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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

BRASIL: AUMENTAR JUROS É AGRAVAR A SITUAÇÃO

“Subir juros para conter inflação só agrava o problema”, diz Nobel de Economia Joseph Stiglitz.


Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia
O economista americano Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia, afirmou durante o Fórum de Davos que a economia mundial terá em 2016 um desempenho igual ou pior que em 2015. Ele também repercutiu o estudo da Oxfam sobre o aumento da desigualdade social no mundo lembrando que este é um outro fator que contribui para a depressão econômica global.

Em entrevista à agência Broadcast, do Estadão, Stiglitz criticou a política fiscal do Brasil dizendo que a elevação de juros como mecanismo para segurar a inflação numa economia em recessão só vai agravar ainda mais o problema. “A política monetária do Brasil, com uma das taxas de juros mais altas do mundo, estrangula a economia”, disse ele, em consonância com o que defendem as centrais sindicais, movimentos sociais e setores empresariais brasileiros.

Nesta quarta-feira (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir sobre a nova taxa de juros – analistas acreditam que haverá uma alta de 0,25%, metade do que o mercado previa. A diminuição no percentual de alta teria sido provocada por uma carta do presidente do BC, Alexandre Tombini, alertando sobre as más previsões do FMI sobre o futuro da economia brasileira. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

Segundo Stiglitz, este modelo muito disseminado de que quando a inflação se eleva você precisa aumentar juros está desacreditado por ser ineficaz. “Não é bom ter inflação em disparada, mas também não é bom matar a economia. E eu acho que eles perderam este equilíbrio”, diz ele sobre a política monetária brasileira.

Para ele, a elevação de juros tentou conter a inflação deprimindo a economia e os efeitos colaterais deste modelo são devastadores para um país. “Você trabalha para conseguir boas taxas de desemprego, deprimir os salários e aí você, de fato, segura a inflação. Mas isso é matar a economia”.

Adilson Araújo presidente da CTB 
O presidente da CTB, Adilson Araújo, vem alertando para os efeitos nocivos dos juros altos na economia nacional e na vida dos trabalhadores. Na mesma linha do economista americano, Araújo reforça que a política monetária atual só acentua o processo de desindustrialização no país.

“Os sinais são de retração. A indústria está em queda, perto de índices que se aproximam dos verificados na década de 1940. A indústria já teve participação no PIB da ordem de 30%. Agora caminha para 10%. E quem paga por isso são os trabalhadores, que perdem seus empregos, e a indústria nacional, que perde competitividade”, diz.

Em contraponto à política econômica vigente, as centrais sindicais em parceria com setores empresariais criaram o "Compromisso pelo Desenvolvimento", um movimento que levou ao governo sete propostas para a retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento industrial.

Uma delas, a adoção dos acordos de leniência com empresas investigadas na Operação Lava Jato, foi acatada e editada em Medida Provisória pela presidenta Dilma Rousseff em dezembro. A medida visa destravar setores industriais, em especial, a construção civil, preservando empregos.


Portal CTB com agências

Em defesa da democracia, marcha de abertura do Fórum Social reúne 10 mil em Porto Alegre

Milhares de pessoas tomaram as ruas do centro de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), na tarde da última terça-feira (19), durante a tradicional marcha de abertura do Fórum Social Mundial Temático. O encontro acontece na capital gaúcha até sábado (23).

A CTB marcou presença na atividade que também celebra os 15 anos do evento e reúne representantes do movimento social para buscar alternativas às políticas neoliberais, o imperialismo e toda a forma de opressão aos países e povos. 

O presidente da CTB, Adilson Araújo, destaca o fato de o evento ocorrer neste momento em que a América Latina sofre as consequências da crise econômica mundial. Para ele é preciso ganhar as ruas contra as tentativas de desestabilização. “Vamos enfrentar a crise política com luta”, diz o sindicalista que está em Porto Alegre para acompanhar as atividades da central sindical. (Confira aqui a programação

Antes da marcha, a CTB realizou uma plenária que debateu “Os desafios dos trabalhadores diante da Crise e da Ofensiva Neoliberal”. Durante a atividade, Araújo criticou o conservadorismo da Câmara presidida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está sendo investigado por denúncias de corrupção e enfatizou que mesmo com as dificuldades “o governo encerrou o ano aprovando um reajuste do salário mínimo acima da inflação”, frizou o presidente. 

Em defesa da democracia 

Segundo o dirigente, durante caminhada que reuniu cerca de 10 mil pessoas os manifestantes clamavam palavras de ordem em favor da defesa da democracia e contra qualquer tentativa de golpe no país, uma das mais ouvidas, disse, foi o “Fora, Cunha”. 

Além dos movimentos sociais, também participam do evento representantes do Governo como o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rosseto. 

Ao ser questionado sobre a insatisfação de setores do movimento sindical com a política econômica, o ministro afirmou que mantém o diálogo permanente e uma relação de “profundo respeito” com o setor. As atividades seguem durante toda a semana. Acompanhe a programação completa no site oficial do evento.
Portal CTB, com agências 
Foto: Guilherme Santos/Sul21

SANTA CATARINA: A LUTA PELO AUMENTO DO SALÁRIO REGIONAL


Odair R. Silva - Presidente da CTB Santa Catarina na mesa de negociação.
Em Santa Catarina no dia 14 de janeiro as Centrais voltaram a sentar com os representantes dos empresários (Fiesc) para a discussão dos valores do Salário mínimo Regional. A proposta apresentada pelas centrais para o reajuste do piso Regional é de 15% sendo que o empresariado apresentou como proposta aumento de 6%.

A proposta do setor patronal está muito aquém do que as centrais propuseram. Segundo Odair Rogério da Silva presidente da CTB Santa Catarina as centrais CTB SC, CUT, NCST, UGT, FORÇA SINDICAL, DIEESE, FESESC e outras entidades não vão recuar quanto a proposta já apresentada de 15%. Esse valor segundo Odair corresponde a inflação do período mais o ganho real para os trabalhadores.

Não precisa ser especialista para perceber que a proposto do setor empresarial está muito aquém da realidade, é um desrespeito a classe trabalhadora catarinense por isso as centrais com as entidades que estão junto nessa luta, não vamos abrir mão ou recuar na proposta apresentada pois ela representada os direitos e a dignidade da classe trabalhadora. 


Nosso compromisso é se manter firme na luta, pois esse é o princípio que nos rege e faz movimento continuo junto com a classe trabalhadora – CTB a luta é pra valer.



Comunicação – CTB Santa Catarina.

PLENÁRIA ESTADUAL DA CTB RIO GRANDE DO SUL

FSM: "Nesta ofensiva neoliberal, é nossa obrigação apontar caminhos aos trabalhadores", diz Araújo.

A plenária estadual da CTB, intitulada “Os desafios dos trabalhadores diante da Crise e da Ofensiva Neoliberal”, marcou a abertura do Fórum Social Mundial Temático, que ocorre de 19 a 23 de janeiro em Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e antecede o Fórum Social Mundial. O evento completa 15 anos desde a sua primeira edição, em 2001. A atividade organizada pela Central aconteceu no auditório da Fetag e contou com a presença de lideranças sindicais vindas de diversas regiões do país, além de parlamentares, trabalhadores e curiosos sobre o assunto.

A mesa presidida pela secretária-geral da CTB-RS, Eremi Melo, contou com personalidades de peso do movimento sindical que contribuíram para um debate enriquecedor. O primeiro a falar foi o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, que ao saudar o público, destacou a importância do Fórum. “O Fórum Social Mundial cumpriu um papel estratégico no momento de sua criação em que o neoliberalismo se apresentava como uma ideologia única. Conseguimos, naquela época, mostrar que outro mundo era possível".

Guiomar acrescenta que, a partir de então, iniciou-se um ciclo de governos democráticos que enfrentaram a tese do neoliberalismo. "Conquistamos muitos avanços sociais e econômicos. Não podemos perder essas conquistas. Esse é o debate que a CTB busca fazer nessa plenária. A ofensiva do neoliberalismo e as opções que temos para enfrentar esse momento político. Temos como centralidade trocar ideias e solidificarmos opiniões para que possamos enfrentar esse 2016 que prevê grandes batalhas. A CTB tem um papel fundamental para que possamos de fato construir vitórias para a classe trabalhadora e sociedade brasileira. Desejo um Fórum com bons debates para que possamos avançar nas conquistas dos trabalhadores brasileiros que são quem realmente produzem a riqueza do nosso país. A CTB acredita que outro mundo é possível”, defendeu Vidor.

Também compondo a mesa, o vice-presidente nacional da CTB, Vicente Selistre, afirmou que o desafio é grande e o debate é extremamente importante para que se possa enfrentá-lo. “O Fórum é o momento ideal de fazermos grandes reflexões”, disse. Já o vice-presidente da CTB-RS, Sérgio de Miranda, também diretor da Fetag, falou em nome da federação sobre a alegria de acolher diversas categorias e pessoas vindas de muitos estados, no auditório da entidade. Miranda também aproveitou a oportunidade para trazer alguns questionamentos à tona.

“Desde que o Fórum foi criado vivemos grandes avanços, mas também nos deparamos com algumas tentativas de retrocessos. Trabalhadores do campo e da cidade estão expostos com a atual Câmara dos Deputados e Senado, conservadores ao extremo. O debate sobre reforma agrária saiu da pauta de discussões do Congresso e quando mostrado em reportagens é retratado de forma negativa. Precisamos retomar essas discussões. 2016 será um ano de muita luta, em que devemos garantir que ninguém mexa nos direitos dos trabalhadores”, ratificou.

A integrante do Coletivo de Mulheres da CTB-RS e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, Silvana Conti, defendeu que a questão central do Fórum é como elaborar a luta contra o imperialismo. “Nós, da classe trabalhadora, temos o objetivo central de fazermos a luta de classe, mas cada um tem as suas especificidades, então essa reunião de homens e mulheres vindos de várias partes do mundo traz um elemento essencial para a discussão proposta no Fórum. Parece que os golpistas estão adormecidos, mas engana-se quem pensa assim. Precisamos seguir lutando pela democracia e legitimando a presidente mulher que temos. Não podemos permitir nenhum retrocesso e devemos seguir em busca da igualdade de gêneros”.

Também participaram da plenária, o secretário de relações internacionais da CTB, Divanilton Pereira, e um convidado internacional da Federação Sindical Mundial, vindo do Uruguai, Eduardo Burgos. Aproximadamente, 250 pessoas participaram da atividade, com presença expressiva das mulheres.

Adilson Araújo: "O FSM é o momento do movimento sindical apontar aos trabalhadores qual o melhor caminho a seguir"

O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, veio a Porto Alegre especialmente para participar do Fórum. Na Plenária, contou para os participantes sobre a decisão tomada pela diretoria de participar do evento. “Iniciamos um diálogo interno na CTB e percebemos que seria muito importante participar desse momento ímpar. O mundo reclama de uma grave crise internacional e com o agravamento dessa crise compete à classe trabalhadora enfrentar esse quadro. Nunca foi tão importante fazer uma análise de conjuntura e tirar conclusões”, afirmou.

Araújo falou sobre passado e presente do movimento sindical. “Conseguimos sobreviver ao ano passado cheio de cachorros loucos. O quadro é bastante adverso. Precisamos de fato analisar com mais propriedade os elementos que se apresentam e que tem relação direta com a crise do capitalismo. É nossa obrigação apontar qual será o caminho que os trabalhadores devem seguir nessa ofensiva do neoliberalismo. Nenhuma crise dura para sempre, precisamos apostar numa política de desenvolvimento. A classe trabalhadora precisa de conhecimento e rebeldia. Se dependermos da agenda do Cunha perderemos esse ciclo virtuoso que possibilitou que criássemos esse movimento de valorização do salário mínimo nacional. Mesmo com todo esse conservadorismo, o Governo encerrou o ano aprovando um reajuste para o salário mínimo nacional acima da inflação”, relembrou.

“Diante do fator crise, precisamos resistir. Esse Fórum é um elemento importante, mas ele não pode mais se limitar a contestar o problema. Hoje, é necessário saber qual o caminho. A América Latina está sofrendo um cerco total. É ingenuidade achar que todos os problemas do Brasil são em consequência apenas de erros da presidenta Dilma. A orientação neoliberal é quebrar a esquerda brasileira e junto o movimento sindical, por isso, precisamos nos encorajar”, defendeu Adilson.

O presidente nacional da CTB também criticou o governador Sartori pela indefinição sobre o reajuste do piso regional para este ano. “No ano passado, conseguimos consagrar uma política de valorização do mínimo regional que ficou 30% acima do salário mínimo nacional e como é que esse governo de hoje nos trata? Reivindicamos 11,55% e o que nos é oferecido pelos empresários fica bem abaixo da inflação. Vamos lutar pelo reajuste digno aos trabalhadores gaúchos. O Brasil sobreviverá se fizermos a opção de lutar contra o golpismo e pela democracia, com o intuito de salvaguardar os reais interesses da nação que passa sobretudo pela manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff”, finalizou.

Texto: Aline Vargas - CTB-RS

Fonte: http://portalctb.org.br/site

A LUTA DAS CENTRAIS SINDICAIS CONTRA AUMENTO DA SELIC

Centrais sindicais protestam na avenida Paulista para pressionar Copom a não elevar Selic.

As centrais sindicais realizaram um protesto, na manhã desta terça-feira (19), em frente à sede do Banco Central em São Paulo, na Avenida a Paulista, para pressionar o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central a não elevar a taxa básica de juros (Selic).

A primeira reunião do ano do Copom começa nesta tarde, em Brasília, e termina no início da noite da quarta-feira (20). A expectativa do mercado é que, após três reuniões consecutivas sem alteração na Selic – que está em 14,25% ao ano–, o colegiado retome o ciclo de elevações.

Participaram do ato, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Central Geral dos Trabalhadores (CGTB), a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT). Nos discursos os sindicalistas em uníssono elevaram as críticas à política econômica do governo Dilma Rousseff.

Wagner Gomes, secretário-geral da CTB, frisou que a elevação dos juros só traz prejuízos aos trabalhadores. “A responsabilidade pela política econômica não é do Banco Central, mas sim do governo e o resultado já sabemos. Significa mais desemprego, menos produção e menos consumo. Os trabalhadores estão preocupados com essa política do governo de juros altos. Aumentar a taxa de juros é continuar com a recessão, o desemprego. Se continuar nesse ritmo não conseguiremos sair da crise”, argumentou o dirigente ao destacar os impactos de uma nova alta.

Preocupação compartilhada pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema), Renê Vicente. “Essa política de juros incentiva a especulação em detrimento da produtividade. O país carece de desenvolvimento com distribuição de renda. Daí a importância dessa unidade de ação que vemos hoje aqui na discussão da política de juros altos, que só traz o atraso para o país”, afirmou Renê Vicente.

Para os dirigentes da CTB, é imperativo que seja adotada uma nova estratégia para que o Brasil retome o curso do desenvolvimento. Uma delas se resume às reformas estruturais, como a Tributária, como defendeu o vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana.

“Os rumos para a retomada do crescimento demandam uma reforma tributária com a taxação dos ganhos financeiros e das grandes fortunas. Vivemos um momento crucial para os trabalhadores e a unidade das centrais será fundamental para defendermos os empregos e os salários que devem estar no topo da agenda do movimento sindical. Portanto, vamos lutar pela taxação das grandes fortunas e a valorização do trabalho e do trabalhador”, destacou Santana.

O ato desta terça-feira marcou o início do calendário de atividades das Centrais Sindicais (CTB, CUT, CGTB, CSB, Força Sindical, NCST e UGT). “Começamos o ano cedo lutando contra mais uma elevação da Selic, assim como lutaremos como a questão da previdência, como vamos lutar contra o negociado sobre o legislado, e para isso essa união será fundamental”, alertou Wagner Gomes.

Cinthia Ribas - Portal CTB 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Frente Brasil Popular e movimentos definem agenda de lutas contra o golpe


Dando sequência ao movimento em defesa da democracia que toma conta do país em reação às tentativas da direita de promover a ingovernabilidade e o processo de impeachment, a Frente Brasil Popular, que reúne dezenas de movimentos sociais, lideranças políticas e a sociedade civil organizada, planeja realizar uma nova marcha, em Brasília, no início do ano.

No próximo dia 18 de janeiro, o grupo se reunirá em São Paulo para definir o cronograma das manifestações de 2016.

"Temos obrigação de colocar pelo menos 100 mil pessoas na Esplanada", afirma Raimundo Bonfim, coordenador geral da Central de Movimentos Populares (CMP). Segundo ele, o objetivo é pressionar os congressistas para que barrem o processo.

A Frente Brasil Popular se reuniu com a presidenta Dilma na última quinta-feira (17). O grupo formado por cerca de 60 lideranças dos movimentos sociais, além de personalidade intelectuais e artistas como o teólogo Leonardo Boff, o ex-minsitro Roberto Amaral, o cantores Chico César e Tico Santa Cruz, manifestaram a defesa da democracia contra o golpismo da direita conservadora.

As manifestações organizadas pela Frente do dia 16, em defesa da democracia, contra o golpe e pela deposição do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que ocorreram em todo o país, foram mais fortes e reuniram mais pessoas do que os atos pró-impeachment que aconteceram três dias antes. Em São Paulo, mais 100 mil pessoas participaram do ato, segundo organizadores da manifestação.

O ato puxado por setores da direita ocorrido no último dia 13, apesar das tentativas da mídia hegemônica em inflá-lo, foram esvaziados e reunia palavras de ordem pelo regresso da ditadura militar e a favor do impeachment de Dilma Rousseff, que foi eleita democraticamente presidenta da república nas últimas eleições.

Além de fazer a defesa da democracia e denunciar um processo de golpe em andamento no país, a Frente Brasil Popular também cobra que o governo Dilma se alinhe as demandas da classe trabalhadora, mudando, principalmente, a política econômica.

Portal CTB com informações do Portal Vermelho