Com o impasse nas negociações e sem nova proposta salarial da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os bancários decidiram manter, por tempo indeterminado, a greve que completou nove dias nesta quarta-feira (14).
De acordo com Augusto Vasconcelos, presidente do Sindicato da Bahia (Seeb), enquanto as empresas não voltarem a dialogar e apresentar avanços, a greve continua. “É inadmissível que os bancos tratem os funcionários com tamanho descaso. É bom lembrar que os clientes também são desrespeitados".
A categoria rechaçou a proposta apresentada pelos bancos que inclui reajuste de 5,5% mais abono de R$ 2,5 mil que não seria incorporado aos salários. Para os sindicalistas a proposta demonstra o nível de descaso com o trabalhador do sistema.
“Sem aumento real não tem acordo. Os bancos não estão em crise. Ao contrário, estão lucrando ainda mais com as altas taxas de juros e a elevação dos preços das tarifas cobradas dos clientes. Foram mais de R$ 36 bilhões só no primeiro semestre de 2015. Então, não há argumentos para uma proposta de reajuste tão rebaixada como a apresentada no último dia 3 de outubro. A greve vai continuar até que os banqueiros apresentem uma contraproposta que traga aumento real”, ressaltou Emanoel Souza, presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipee membro do Comando Nacional.
Enquanto os bancos mantêm silêncio a greve cresce a cada dia. Ao todo, a paralisação já atinge 26 estados e o Distrito Federal, 11.437 agências fechadas, um percentual de 83% maior que no primeiro dia.
Ao ser iniciada na semana passada, a greve teve como estratégia paralisar os centros administrativos —locais que concentram maior número de funcionários e realizam atividades que afetam os negócios dos bancos, como operações de câmbio, tecnologia da informação e arrecadação.
► O descaso dos bancos
A proposta que revoltou os bancários foi apresentada pela Fenaban no dia 25 de setembro. Desde então, as negociações foram interrompidas e nenhuma nova proposta foi apresentada.
Os trabalhadores pedem 16% de reajuste salarial, incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real, além de participação nos lucros de salários no valor de três salários mais R$ 7.246,82 fixos.
O comando nacional dos bancários, formado por dirigentes de diversas regiões do país, volta a se reunir nesta quarta-feira, em São Paulo, para avaliar a campanha e definir os próximos passos do movimento.
Cinthia Ribas - Portal CTB
Fonte: http://portalctb.org.br
.
sábado, 17 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
BANCÁRIOS APROVAM GREVE A PARTIR DE TERÇA
Os bancários de Chapecó e região, rejeitaram a vergonhosa proposta da Fenaban e decidiram por unanimidade, em assembleia, entrar em greve por tempo indeterminado até que a pauta de reivindicações seja atendida. A paralisação começa na terça-feira, dia 6.
Após seis rodadas de negociações, a Federação Nacional dos Bancos ofereceu, no último dia 25, reajuste salarial pífio de 5,5% e abono de R$ 2,5 mil. Os bancários reivindicam índice de 16% (reposição da inflação dos últimos dozes meses que foi de 9,88%, mais aumento real de 5,7%).
A decisão por aderir à greve nacional foi tomada em assembleia, nesta quinta-feira (1º), no Auditório do Sindicato dos Bancários em Chapecó. O sindicato ressalta a importância de unidade da categoria durante a mobilização e lembra que a estratégia dos bancos é tentar interromper o ciclo de aumento real. Não podemos cair na armadilha. Além disso, o abono oferecido é um desrespeito. É um retrocesso.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários, Sebastião Araújo, a indignação da categoria diante do que foi apresentado pelos bancos é geral. “A proposta dos bancos é muito ruim e representa para os bancários a perda de conquistas dos dois últimos anos, pelo menos. A decisão unânime pela greve demonstra essa insatisfação”.
► Nova assembleia na segunda
Nova assembleia acontece na segunda-feira (5/10), às 18h30, no Auditório do Sindicato em Chapecó, será realizada para organizar a paralisação de terça-feira.
► Greve deve começar forte
Diante da falta de respeito dos bancos com a categoria, o objetivo definido na assembleia é de começar a greve com força. Pedimos aos colegas das agências desde já se mobilizarem para aderir ao movimento.
► Não aceite chantagens
O direito de greve está na constituição brasileira. Ninguém pode, sob pena de responder por isso, insinuar, chantagear, dar a entender que alguém seja prejudicado na carreira caso seja feito greve.
Caso você tenha conhecimento de alguma prática desse tipo, denuncie para o sindicato pelo fone 49.3322.1159 ou pelo e-mail seger@bancárioscco.com.br , que manteremos em sigilo o denunciante.
Fonte: Seeb Chapecó
http://www.bancarioscco.com.br/site/
Após seis rodadas de negociações, a Federação Nacional dos Bancos ofereceu, no último dia 25, reajuste salarial pífio de 5,5% e abono de R$ 2,5 mil. Os bancários reivindicam índice de 16% (reposição da inflação dos últimos dozes meses que foi de 9,88%, mais aumento real de 5,7%).
A decisão por aderir à greve nacional foi tomada em assembleia, nesta quinta-feira (1º), no Auditório do Sindicato dos Bancários em Chapecó. O sindicato ressalta a importância de unidade da categoria durante a mobilização e lembra que a estratégia dos bancos é tentar interromper o ciclo de aumento real. Não podemos cair na armadilha. Além disso, o abono oferecido é um desrespeito. É um retrocesso.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários, Sebastião Araújo, a indignação da categoria diante do que foi apresentado pelos bancos é geral. “A proposta dos bancos é muito ruim e representa para os bancários a perda de conquistas dos dois últimos anos, pelo menos. A decisão unânime pela greve demonstra essa insatisfação”.
► Nova assembleia na segunda
Nova assembleia acontece na segunda-feira (5/10), às 18h30, no Auditório do Sindicato em Chapecó, será realizada para organizar a paralisação de terça-feira.
► Greve deve começar forte
Diante da falta de respeito dos bancos com a categoria, o objetivo definido na assembleia é de começar a greve com força. Pedimos aos colegas das agências desde já se mobilizarem para aderir ao movimento.
► Não aceite chantagens
O direito de greve está na constituição brasileira. Ninguém pode, sob pena de responder por isso, insinuar, chantagear, dar a entender que alguém seja prejudicado na carreira caso seja feito greve.
Caso você tenha conhecimento de alguma prática desse tipo, denuncie para o sindicato pelo fone 49.3322.1159 ou pelo e-mail seger@bancárioscco.com.br , que manteremos em sigilo o denunciante.
Fonte: Seeb Chapecó
http://www.bancarioscco.com.br/site/
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Centrais sindicais lançam nota conjunta em que repudiam fusão de ministérios
As seis centrais sindicais aferidas divulgaram nota conjunta em que condenam a fusão do Ministério do Trabalho e Emprego com o Ministério da Previdência Social. Leia abaixo o documento na íntegra.
O Ministério do Trabalho foi criado em 1930, por meio do Decreto n. 19.433, de 26 de novembro. Ao longo dos anos o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sofreu alterações nas suas atribuições e competências, ocupando cada vez mais um espaço de destaque no cenário político nacional.
Sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e a saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MTE são inquestionáveis.
São preocupantes as informações de que o governo federal pretende promover a fusão do MTE com o da Previdência Social. As Centrais Sindicais consideram que isto representará um retrocesso político, que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores e à sociedade, pois irá diluir a importância de ambos os Ministérios, que tratam de questões caras aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e pensionistas.
A ideia da fusão já foi levantada antes, resultando, por força da realidade, no modelo atual, com dois Ministérios distintos. Os MTE e o Ministério da Previdência são responsáveis por zelar de direitos inalienáveis dos trabalhadores, e o processo de fusão pode resultar em enormes danos a suas já combalidas estruturas administrativas.
Ressaltamos a necessidade de recuperarmos o papel e o protagonismo do MTE fortalecendo sua estrutura, que tem papel crucial na fiscalização, no cumprimento e aprimoramento das normas de trabalho e nas campanhas voltadas à igualdade de direitos e à diminuição dos acidentes de trabalho, motivo pelo qual a fusão não trará benefícios, podendo dificultar a atuação dos dois órgãos ministeriais.
Cumpre ressaltar que o MTE é o órgão de interlocução entre o Poder Público e os representantes dos trabalhadores, que têm por finalidade construir políticas públicas para a valorização e a melhoria nas relações do trabalho.
Ao adotar tal medida, o poder da classe trabalhadora na luta por melhorias nas condições de trabalho será enfraquecido, desequilibrando ainda mais a relação capital x trabalho.
Desta forma, considerando a amplitude e a importância de suas competências, não nos parece razoável qualquer tipo de fusão do MTE com outros Ministérios, o que constituiria grave retrocesso.
Diante do exposto, as Centrais Sindicais brasileiras manifestam sua posição contrária à fusão do MTE com o Ministério da Previdência Social, bem como requerem a modernização e fortalecimento do MTE, com o objetivo de resgatar o seu papel como Ministério estratégico na implementação de políticas permanentes de Estado e na intermediação dos conflitos naturais nas relações capital x trabalho.
São Paulo, 28 de setembro de 2015.
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CUT – Central Única dos Trabalhadores
FS – Força Sindical
UGT – União Geral dos/as Trabalhadores/as
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
NCST – Nova Central Sindical dos/as Trabalhadores/as
O Ministério do Trabalho foi criado em 1930, por meio do Decreto n. 19.433, de 26 de novembro. Ao longo dos anos o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sofreu alterações nas suas atribuições e competências, ocupando cada vez mais um espaço de destaque no cenário político nacional.
Sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e a saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MTE são inquestionáveis.
São preocupantes as informações de que o governo federal pretende promover a fusão do MTE com o da Previdência Social. As Centrais Sindicais consideram que isto representará um retrocesso político, que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores e à sociedade, pois irá diluir a importância de ambos os Ministérios, que tratam de questões caras aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e pensionistas.
A ideia da fusão já foi levantada antes, resultando, por força da realidade, no modelo atual, com dois Ministérios distintos. Os MTE e o Ministério da Previdência são responsáveis por zelar de direitos inalienáveis dos trabalhadores, e o processo de fusão pode resultar em enormes danos a suas já combalidas estruturas administrativas.
Ressaltamos a necessidade de recuperarmos o papel e o protagonismo do MTE fortalecendo sua estrutura, que tem papel crucial na fiscalização, no cumprimento e aprimoramento das normas de trabalho e nas campanhas voltadas à igualdade de direitos e à diminuição dos acidentes de trabalho, motivo pelo qual a fusão não trará benefícios, podendo dificultar a atuação dos dois órgãos ministeriais.
Cumpre ressaltar que o MTE é o órgão de interlocução entre o Poder Público e os representantes dos trabalhadores, que têm por finalidade construir políticas públicas para a valorização e a melhoria nas relações do trabalho.
Ao adotar tal medida, o poder da classe trabalhadora na luta por melhorias nas condições de trabalho será enfraquecido, desequilibrando ainda mais a relação capital x trabalho.
Desta forma, considerando a amplitude e a importância de suas competências, não nos parece razoável qualquer tipo de fusão do MTE com outros Ministérios, o que constituiria grave retrocesso.
Diante do exposto, as Centrais Sindicais brasileiras manifestam sua posição contrária à fusão do MTE com o Ministério da Previdência Social, bem como requerem a modernização e fortalecimento do MTE, com o objetivo de resgatar o seu papel como Ministério estratégico na implementação de políticas permanentes de Estado e na intermediação dos conflitos naturais nas relações capital x trabalho.
São Paulo, 28 de setembro de 2015.
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CUT – Central Única dos Trabalhadores
FS – Força Sindical
UGT – União Geral dos/as Trabalhadores/as
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
NCST – Nova Central Sindical dos/as Trabalhadores/as
Na manhã desta quinta-feira (1º), A CTB fez o ato de encerramento do 2º Conselho Nacional, com o tema “Democracia e desenvolvimento com valorização do trabalho”. A secretária de Formação e Cultura, Celina Arêas resumiu o conselho que começou na terça-feira (29) dizendo que “vamos sair daqui com mais ânimo ainda, coma convicção de que a CTB trabalha pela emancipação da classe trabalhadora com o rumo na sociedade do futuro, a sociedade socialista”.
Já o presidente Adilson Araújo menciona que no final de 2014 definiu-se 2015 como o Ano Internacional da CTB. “Isso amplia o nosso olhar sobre a ofensiva e o cerco promovido pelo imperialismo com a crise mundial, que afeta a classe trabalhadora”.
De acordo com ele, esse é o principal motivo de os 70 anos da Federação Sindical Mundial (FSM) ser realizado no Brasil. Essa comemoração ocorre no sábado (3) no Ato Mundial Anti-imperialista com a presença de mais de 40 países.
O encerramento em si começou com Rogério Nunes, secretário de Políticas Sociais, sobre o dinamismo dos trabalhos desenvolvidos pela secretaria.
“Tentamos acompanhar toda a demanda que veio à tona com a Jornada de Junho em 2013, principalmente porque a direita se apropriou das bandeiras da esquerda. Por isso, reforçamos nossa presença nas ruas”, afirmou.
A seguir o secretário de Finanças, Vilson Silva, falou sobre a necessidade de a CTB melhorar a sua situação financeira. “Não podemos ficar no grau de dependência que temos do imposto sindical”, disse.
“Estamos trabalhando para manter o nível de crescimento que a central que mais cresce no Brasil vem mantendo e para isso, contamos com o apoio e colaboração de todas as entidades filiadas”, concluiu.
Antes de começar o encerramento em si, o Conselho da CTB recebeu a visita do secretário-geral da FSM, George Mavrikos. O dirigente ressaltou a importância do Simpósio Internacional da CTB e do Ato Anti-imperialista no Brasil.
“É fundamental ressaltar o trabalho da CTB em defesa dos direitos do povo brasileiro e da classe trabalhadora”, disse Mavrikos. “É o mesmo papel da FSM em seus 70 anos de existência. Sempre do lado dos trabalhadores e contra as forças reacionárias”, concluiu.
O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, representou a comissão responsável por redigir o texto das resoluções do Conselho. “Recebemos 100 emendas, que serão todas contempladas no texto final”, falou.
Elgiane Lago, secretária de Saúde, falou sobre a importância de se valorizar os trabalhadores e trabalhadoras da saúde e disse ser “muito importante ter cada vez mais mulheres participando dos trabalhos da CTB”.
O vice-presidente, Severino Almeida, mencionou a necessidade de “nos convencermos de que a CTB é uma central diferente, porque temos consciência de classe”. Para ele, “esse aspecto nos diferencia, mas também nos ameaça, justamente porque lutamos por uma distribuição de riqueza mais justa”.
Raimunda Gomes, a Doquinha, secretária de Comunicação, falou sobre a campanha do Outubro Rosa que começa nesta quinta-feira (1º). “Essa campanha é essencial para a saúde das mulheres e a CTB já tem a tradição de deixar rosa o seu portal para chamar a atenção para os exames para prevenir o câncer de mama”, disse.
Finalmente, Wagner Gomes, secretário-geral, lembrou que se quiserem tirar a presidenta Dilma vão ter problemas. “Se quiserem ganhar a Presidência, ganhem no voto”, disse. No final a resolução do Conselho foi aprovada por unanimidade.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB
Já o presidente Adilson Araújo menciona que no final de 2014 definiu-se 2015 como o Ano Internacional da CTB. “Isso amplia o nosso olhar sobre a ofensiva e o cerco promovido pelo imperialismo com a crise mundial, que afeta a classe trabalhadora”.
De acordo com ele, esse é o principal motivo de os 70 anos da Federação Sindical Mundial (FSM) ser realizado no Brasil. Essa comemoração ocorre no sábado (3) no Ato Mundial Anti-imperialista com a presença de mais de 40 países.
O encerramento em si começou com Rogério Nunes, secretário de Políticas Sociais, sobre o dinamismo dos trabalhos desenvolvidos pela secretaria.
“Tentamos acompanhar toda a demanda que veio à tona com a Jornada de Junho em 2013, principalmente porque a direita se apropriou das bandeiras da esquerda. Por isso, reforçamos nossa presença nas ruas”, afirmou.
A seguir o secretário de Finanças, Vilson Silva, falou sobre a necessidade de a CTB melhorar a sua situação financeira. “Não podemos ficar no grau de dependência que temos do imposto sindical”, disse.
“Estamos trabalhando para manter o nível de crescimento que a central que mais cresce no Brasil vem mantendo e para isso, contamos com o apoio e colaboração de todas as entidades filiadas”, concluiu.
Antes de começar o encerramento em si, o Conselho da CTB recebeu a visita do secretário-geral da FSM, George Mavrikos. O dirigente ressaltou a importância do Simpósio Internacional da CTB e do Ato Anti-imperialista no Brasil.
“É fundamental ressaltar o trabalho da CTB em defesa dos direitos do povo brasileiro e da classe trabalhadora”, disse Mavrikos. “É o mesmo papel da FSM em seus 70 anos de existência. Sempre do lado dos trabalhadores e contra as forças reacionárias”, concluiu.
O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, representou a comissão responsável por redigir o texto das resoluções do Conselho. “Recebemos 100 emendas, que serão todas contempladas no texto final”, falou.
Elgiane Lago, secretária de Saúde, falou sobre a importância de se valorizar os trabalhadores e trabalhadoras da saúde e disse ser “muito importante ter cada vez mais mulheres participando dos trabalhos da CTB”.
O vice-presidente, Severino Almeida, mencionou a necessidade de “nos convencermos de que a CTB é uma central diferente, porque temos consciência de classe”. Para ele, “esse aspecto nos diferencia, mas também nos ameaça, justamente porque lutamos por uma distribuição de riqueza mais justa”.
Raimunda Gomes, a Doquinha, secretária de Comunicação, falou sobre a campanha do Outubro Rosa que começa nesta quinta-feira (1º). “Essa campanha é essencial para a saúde das mulheres e a CTB já tem a tradição de deixar rosa o seu portal para chamar a atenção para os exames para prevenir o câncer de mama”, disse.
Finalmente, Wagner Gomes, secretário-geral, lembrou que se quiserem tirar a presidenta Dilma vão ter problemas. “Se quiserem ganhar a Presidência, ganhem no voto”, disse. No final a resolução do Conselho foi aprovada por unanimidade.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB
Plenária exercita a democracia e debate prioridades do plano de ação da CTB
Uma plenária ampla e democrática expressou ao longo de toda a tarde desta quarta-feira, 30, os principais pontos a serem contemplados como prioridade na resolução política do 2º Conselho Nacional da CTB, que se encerra na quinta-feira, às 12h30.
Mais de 300 delegados e delegadas da CTB, provenientes da maioria dos estados brasileiros, abordaram as questões de maior relevância em sua região, numa perspectiva regional e nacional, burilando ideias e estratégias políticas e sociais que devem estar no norte do plano de ação da central nos próximos anos.
Entre os temas discutidos na plenária, destaque para a reforma agrária e as políticas para o campo, a defesa da educação, da saúde, a conjuntura política, organização interna, linha política e econômica do governo, a situação dos servidores públicos, além das pautas que continuam tramitando no Congresso e que afetam diretamente a vida dos trabalhadores, como a terceirização e os novos cálculos para a aposentadoria na previdência social.
O vice-presidente da CTB, Joílson Cardoso, defendeu um aprofundamento da análise da conjuntura nacional, com especial atenção às políticas do desenvolvimento e da engenharia nacional.
Uma discussão analisará todas as moções e emendas propostas ao documento original, intitulado Democracia e desenvolvimento com valorização do trabalho, incluindo e aperfeiçoando o texto para que se defina então um documento final que será apresentado no encerramento, nesta quinta-feira 30.
sábado, 29 de agosto de 2015
SINDSERPI/SC - SERVIDORES DE IÇARA/SC ABREM CAMPANHA SALARIAL DE 2016
Trabalhadores do serviço público municipal de Içara estão convocados a se reunirem, a partir das 17h desta quarta-feira (26), para deliberarem sobre o rol de reivindicações a ser apresentada na negociação coletiva da categoria com a administração municipal para 2016.
“Como o próximo ano é eleitoral, decidimos em comum acordo com a administração abrirmos a negociação neste segundo semestre para não enfrentarmos problemas com o calendário eleitoral”, explica Edna Benedet, presidente do Sindicato dos Servidores Municipal de Içara (Sindserpi).
A assembleia geral dos servidores municipais de Içara ocorre no auditório do sindicato. “A categoria precisa entender que nossa campanha salarial de 2016 está começando e a mobilização e participação de todos é fundamental”, acrescenta Edna.
Fonte: http://www.sindserpi.org.br/
“Como o próximo ano é eleitoral, decidimos em comum acordo com a administração abrirmos a negociação neste segundo semestre para não enfrentarmos problemas com o calendário eleitoral”, explica Edna Benedet, presidente do Sindicato dos Servidores Municipal de Içara (Sindserpi).
A assembleia geral dos servidores municipais de Içara ocorre no auditório do sindicato. “A categoria precisa entender que nossa campanha salarial de 2016 está começando e a mobilização e participação de todos é fundamental”, acrescenta Edna.
Fonte: http://www.sindserpi.org.br/
Assinar:
Postagens (Atom)





